segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Put some farofa--Resenha

Oi tudo bem?
 Hoje eu trago mais uma resenha, um livro que de um autor brasileiro que gostei bastante, entrou na lista de preferidos! 







Ano: 2014 / Páginas: 208Idioma: português Editora: Companhia das Letras

Sinopse: Trata-se de uma amostra da verve humorística embebida de zeitgeist, crítica ferina e muito afeto de Gregorio Duvivier, um dos autores mais promissores do Brasil na atualidade. Reunindo o melhor de sua produção ficcional, Put some farofa traz textos publicados na Folha de S.Paulo e esquetes escritos para o canal Porta dos Fundos, além de alguns inéditos. Se Gregorio traz o raro dom da multiplicidade, tendo se destacado no cenário cultural brasileiro ao mesmo tempo como ator, roteirista, comediante, cronista e poeta, também múltiplo é este volume, que transita entre ficções, memórias de infância, ensaios sobre artistas que o influenciaram, artigos panfletários, exercícios de linguagem e outras experimentações.



  Eu já conhecia o Gregório, pois ele é ator e roteirista do canal ''Porta dos fundos'' além de ter uma coluna no jornal Folha de São Paulo.
 Esse é um livro onde encontramos, contos, crônicas, esquetes e alguns texto que o Gregorio publicou na Folha de São Paulo

 A escrita é muito corajosa, o autor aborda muitos temas considerados tabus, homossexualidade, aborto, legalização da maconha, feminismo e por ai vai. 
   O livro além de tudo traz um humor inteligente, coisa que já vimos nas esquetes do Porta dos Fundos.






  A obra é dividida em quatro partes: “Grandes, Pequenos, Gigantescos”, “Cruzada Elucidativa a Favor da Família Brasileira”, “Put Some Farofa” e “O Mundo, Paradinho, Tem a Maior Graça”.

Filho da puta, filho de rapariga, corno, chifrudo. Até quando a gente quer bater no homem, é na mulher que a gente bate. A maior ofensa que se pode fazer a um homem não é um ataque a ele, mas à mãe

      Os textos são curtos e divertidos, mesmo os que falam desses tabus, o Gregorio sempre coloca sua opinião pessoal, isso é claramente visível, isso só deixa o livro com a cara do autor.


  Pobres putas. Pobres filhos da puta. Eles não têm nada a ver com isso. Deixem as putas e suas famílias em paz. Deixem as barangas e os viados em paz. 

Esse é aquele tipo de livro que te faz pensar, faz pensar na politica, na vida em sociedade. È um livro com ideias totalmente não tradicionais, coisa que gostei bastante.
       A leitura fluiu muito rápido, recomendo o livro para pessoas que querem conhecer novos pontos de vista, ou as que queria só solta uma boa risada.
   

                          Nota:



Esse é um livro que você leria? O que achou? 

  Abraços!




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