Put some farofa--Resenha

Oi tudo bem?  Hoje eu trago mais uma resenha, um livro que de um autor brasileiro que gostei bastante, entrou na lista de preferidos!  ...

Oi tudo bem?
 Hoje eu trago mais uma resenha, um livro que de um autor brasileiro que gostei bastante, entrou na lista de preferidos! 







Ano: 2014 / Páginas: 208Idioma: português Editora: Companhia das Letras

Sinopse: Trata-se de uma amostra da verve humorística embebida de zeitgeist, crítica ferina e muito afeto de Gregorio Duvivier, um dos autores mais promissores do Brasil na atualidade. Reunindo o melhor de sua produção ficcional, Put some farofa traz textos publicados na Folha de S.Paulo e esquetes escritos para o canal Porta dos Fundos, além de alguns inéditos. Se Gregorio traz o raro dom da multiplicidade, tendo se destacado no cenário cultural brasileiro ao mesmo tempo como ator, roteirista, comediante, cronista e poeta, também múltiplo é este volume, que transita entre ficções, memórias de infância, ensaios sobre artistas que o influenciaram, artigos panfletários, exercícios de linguagem e outras experimentações.



  Eu já conhecia o Gregório, pois ele é ator e roteirista do canal ''Porta dos fundos'' além de ter uma coluna no jornal Folha de São Paulo.
 Esse é um livro onde encontramos, contos, crônicas, esquetes e alguns texto que o Gregorio publicou na Folha de São Paulo

 A escrita é muito corajosa, o autor aborda muitos temas considerados tabus, homossexualidade, aborto, legalização da maconha, feminismo e por ai vai. 
   O livro além de tudo traz um humor inteligente, coisa que já vimos nas esquetes do Porta dos Fundos.






  A obra é dividida em quatro partes: “Grandes, Pequenos, Gigantescos”, “Cruzada Elucidativa a Favor da Família Brasileira”, “Put Some Farofa” e “O Mundo, Paradinho, Tem a Maior Graça”.

Filho da puta, filho de rapariga, corno, chifrudo. Até quando a gente quer bater no homem, é na mulher que a gente bate. A maior ofensa que se pode fazer a um homem não é um ataque a ele, mas à mãe

      Os textos são curtos e divertidos, mesmo os que falam desses tabus, o Gregorio sempre coloca sua opinião pessoal, isso é claramente visível, isso só deixa o livro com a cara do autor.


  Pobres putas. Pobres filhos da puta. Eles não têm nada a ver com isso. Deixem as putas e suas famílias em paz. Deixem as barangas e os viados em paz. 

Esse é aquele tipo de livro que te faz pensar, faz pensar na politica, na vida em sociedade. È um livro com ideias totalmente não tradicionais, coisa que gostei bastante.
       A leitura fluiu muito rápido, recomendo o livro para pessoas que querem conhecer novos pontos de vista, ou as que queria só solta uma boa risada.
   

                          Nota:



Esse é um livro que você leria? O que achou? 

  Abraços!